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Estratégia de vídeo em 2018: por que adotar? Estratégia de vídeo em 2018: por que adotar? Consumo de vídeo: estatísticas que provam que vídeos são tendências
17 jan 2018

Estratégia de vídeo em 2018: por que adotar?

Se o que você busca é atrair mais acessos para o seu site, melhorar seu posicionamento no Google ou, ainda, aumentar suas vendas, então chegou a hora de sua empresa adotar uma estratégia de vídeo.

Essa poderosa ferramenta tem sido grande aliada do marketing digital. Nos EUA, sempre à frente nessa área, cerca de 93% dos profissionais de marketing já utilizam o vídeo. No Brasil, são cerca de 56%, mas a tendência para 2018 é de que as empresas se apropriem cada vez mais desse recurso.

Muito versátil, você pode utilizar desde o clássico vídeo institucional até os formatos mais modernos, como os tutoriais. O importante é que, em 2018, sua empresa inclua o vídeo em sua estratégia de marketing.

Ainda está em dúvida? Então, siga a leitura do post e descubra todas as vantagens dessa ferramenta.

Melhores resultados nas buscas orgânicas

O Google, maior mecanismo de busca do mundo, adora vídeos. E não é à toa, já que ele é dono do YouTube! Sendo assim, os primeiros resultados da página de busca do Google sempre mostram vídeos relacionados ao termo pesquisado.

Para se ter uma ideia, há 53% mais chances de uma postagem em vídeo aparecer na primeira página das pesquisas do que um outro tipo de conteúdo.

Ou seja, se o site de sua empresa tiver vídeos, serão grandes as chances de ter uma boa posição no ranking.

Maior engajamento

Segundo pesquisa da Forrester Research, 75% das pessoas preferem o formato audiovisual. Isso porque, além de mais didático, o vídeo inspira, emociona e cria elos afetivos.

E, quanto maior a identificação, maior o engajamento. No Facebook, postagens com vídeos apresentam 43% mais compartilhamentos do que outros tipos de conteúdo.

Por isso, ao incluir um vídeo em sua estratégia de marketing, você vai favorecer a criação de uma rede de usuários que levarão sua mensagem adiante, alcançando mais facilmente seu público e, inclusive, com mais credibilidade.

Recurso de vendas

Um estudo da IDG Research Services demonstrou que consumidores não resistem a vídeos que mostram produtos pelos quais já tenham algum interesse. Segundo a pesquisa, 93% dos consumidores declararam que assistiram a um vídeo antes de se decidirem pela compra. E mais: 72% compartilharam o vídeo em sua rede social.

Já o Internet Retailer afirma em seu estudo que 66% dos consumidores que assistiram a vídeos do produto, durante o processo de compra, viram-no mais de uma vez e, ao final, optaram pelo produto do vídeo.

Isso comprova que a publicidade em vídeo deve ser parte essencial de uma estratégia inteligente de vendas.

Valor à marca

Por natureza, somos curiosos. E o vídeo, ao mostrar como funciona a empresa, como o produto é feito e quem são os profissionais envolvidos, por exemplo, cria uma relação de transparência com o consumidor. Isso, automaticamente, agrega valor à marca e deixa esse cliente em potencial mais seguro para a compra. Afinal, nada como saber exatamente o que se está comprando.

Enfim, com tantas vantagens, os estudos apontam que, em 2018, 84% de todo o conteúdo online será visual, e os vídeos serão responsáveis por 79% do tráfego na internet.

E você, já está pensando em adotar uma estratégia de vídeo para a sua empresa no próximo ano? Deixe seu comentário no post!

10 jan 2018

Estratégia de vídeo em 2018: por que adotar?

Se o que você busca é atrair mais acessos para o seu site, melhorar seu posicionamento no Google ou, ainda, aumentar suas vendas, então chegou a hora de sua empresa adotar uma estratégia de vídeo.

Essa poderosa ferramenta tem sido grande aliada do marketing digital. Nos EUA, sempre à frente nessa área, cerca de 93% dos profissionais de marketing já utilizam o vídeo. No Brasil, são cerca de 56%, mas a tendência para 2018 é de que as empresas se apropriem cada vez mais desse recurso.

Muito versátil, você pode utilizar desde o clássico vídeo institucional até os formatos mais modernos, como os tutoriais. O importante é que, em 2018, sua empresa inclua o vídeo em sua estratégia de marketing.

Ainda está em dúvida? Então, siga a leitura do post e descubra todas as vantagens dessa ferramenta.

Melhores resultados nas buscas orgânicas

O Google, maior mecanismo de busca do mundo, adora vídeos. E não é à toa, já que ele é dono do YouTube! Sendo assim, os primeiros resultados da página de busca do Google sempre mostram vídeos relacionados ao termo pesquisado.

Para se ter uma ideia, há 53% mais chances de uma postagem em vídeo aparecer na primeira página das pesquisas do que um outro tipo de conteúdo.

Ou seja, se o site de sua empresa tiver vídeos, serão grandes as chances de ter uma boa posição no ranking.

Maior engajamento

Segundo pesquisa da Forrester Research, 75% das pessoas preferem o formato audiovisual. Isso porque, além de mais didático, o vídeo inspira, emociona e cria elos afetivos.

E, quanto maior a identificação, maior o engajamento. No Facebook, postagens com vídeos apresentam 43% mais compartilhamentos do que outros tipos de conteúdo.

Por isso, ao incluir um vídeo em sua estratégia de marketing, você vai favorecer a criação de uma rede de usuários que levarão sua mensagem adiante, alcançando mais facilmente seu público e, inclusive, com mais credibilidade.

Recurso de vendas

Um estudo da IDG Research Services demonstrou que consumidores não resistem a vídeos que mostram produtos pelos quais já tenham algum interesse. Segundo a pesquisa, 93% dos consumidores declararam que assistiram a um vídeo antes de se decidirem pela compra. E mais: 72% compartilharam o vídeo em sua rede social.

Já o Internet Retailer afirma em seu estudo que 66% dos consumidores que assistiram a vídeos do produto, durante o processo de compra, viram-no mais de uma vez e, ao final, optaram pelo produto do vídeo.

Isso comprova que a publicidade em vídeo deve ser parte essencial de uma estratégia inteligente de vendas.

Valor à marca

Por natureza, somos curiosos. E o vídeo, ao mostrar como funciona a empresa, como o produto é feito e quem são os profissionais envolvidos, por exemplo, cria uma relação de transparência com o consumidor. Isso, automaticamente, agrega valor à marca e deixa esse cliente em potencial mais seguro para a compra. Afinal, nada como saber exatamente o que se está comprando.

Enfim, com tantas vantagens, os estudos apontam que, em 2018, 84% de todo o conteúdo online será visual, e os vídeos serão responsáveis por 79% do tráfego na internet.

E você, já está pensando em adotar uma estratégia de vídeo para a sua empresa no próximo ano? Deixe seu comentário no post!

05 jan 2018

Consumo de vídeo: estatísticas que provam que vídeos são tendências

Segundo a Google, o mundo todo assiste a um bilhão de horas de conteúdo em vídeo no YouTube por dia. A Netflix já fatura mais do que o SBT e superou a Sky em números de assinantes no Brasil. Você ainda tem alguma dúvida de que a produção e o consumo de vídeos online vieram para ficar?

Investir em conteúdo de qualidade já é uma regra para marcas que buscam se diferenciar dos concorrentes e reforçar sua presença online. Mais recentemente, os vídeos passaram a ser itens fundamentais em qualquer estratégia de conteúdo digital.

Os serviços de streaming e on demand impactaram fortemente a forma como consumimos vídeos. Produtores de conteúdo independentes, como os YouTubers — capazes de mover legiões de seguidores não só no Brasil, mas no mundo todo — também têm sua parcela de contribuição para essa mudança de comportamento e por transformar o vídeo online em uma crescente tendência.

Se você ainda não acredita que deve investir em vídeos, temos alguns dados que podem fazê-lo mudar de ideia. Acompanhe o texto e confira!

O consumo de vídeo só cresce

Um levantamento feito pela Cisco apontou que em 2020, mais de 80% do tráfego online será gerado por vídeos. Essa pesquisa também mostrou que, nesse mesmo ano, uma pessoa levaria pelo menos 5 milhões de anos para assistir a todo o conteúdo em vídeo disponível na internet.

Com a popularidade dos serviços de streaming e on demand, muitos apostam até mesmo na decadência da televisão. O YouTube prevê que o consumo de vídeo online supere o da TV nos próximos três anos. Mesmo gigantes como a Globo têm investido em conteúdo exclusivo para a internet, o que nos leva ao nosso próximo tópico.

As pessoas buscam conteúdo exclusivo online

Uma pesquisa desenvolvida pela Provokers para a Google e o Meio & Mensagem apontou que 83% dos 1.500 participantes de todas as regiões do Brasil assistem a vídeos na internet para buscar coisas que não existem na TV. De carona nessa tendência, a Conspiração Filmes, uma das maiores produtoras do país, lançou recentemente uma plataforma online própria para distribuição dos seus conteúdos feitos por mulheres.

Os brasileiros assistem a mais vídeos que argentinos e mexicanos

O Brasil é o país da América Latina que mais utiliza as redes sociais. Além disso, já assistimos a mais vídeos do que os argentinos e os mexicanos. Esses dados são do ComScore, de 2014, e apontam que 86,5% de todos os usuários de internet do país assistem a vídeos online.

Além disso, já podemos dizer que o tempo de consumo de vídeo entre TV e internet já é quase equiparado no país: média de 22 horas contra um pouco mais de 15, respectivamente.

Os seus concorrentes já estão usando vídeo

Da mesma forma como os vídeos se mostram atrativos para os consumidores, muitas marcas já estão percebendo isso e seguindo essa tendência. O Brain Shark afirma que 93% das empresas já se utilizam da produção de conteúdo em vídeos nas suas estratégias de marketing digital.

Uma das principais vantagens que a produção de vídeo gera para as empresas está relacionada à possibilidade de segmentação nas redes sociais. Um mesmo conteúdo pode ser multiplicado em conteúdos menores e diversificados, e direcionado para diferentes públicos.

Os vídeos são mais compartilháveis

Vídeos superam textos e fotos juntos quando o assunto é o compartilhamento de um conteúdo. Isso significa um maior potencial de viralização do que você pretende comunicar. Esses dados estão no Relatório de 2015 sobre marcas no Facebook da Simply Measured, que apontam que o engajamento como um todo, justamente por conta do maior compartilhamento, também acaba sendo mais promissor se você incluir vídeos entre seus posts.

Os vídeos já têm maior engajamento no Facebook

Como dissemos anteriormente, a facilidade de compartilhamentos de vídeos influencia na qualidade do seu engajamento como um todo. Quem trabalha com o Facebook e conhece os seus tão temidos algoritmos sabe que muitas vezes a própria ferramenta facilita ou dificulta a performance de diferentes tipos de conteúdos.

Um exemplo disso são os recentes boatos (não confirmados) que sugerem que a plataforma de Mark Zuckerberg está travando completamente o alcance de posts orgânicos que contenham links externos.

O Brasil tem o segundo maior YouTube do mundo

Você sabia que o Brasil é o segundo maior consumidor de vídeos no YouTube? Whindersson Nunes, Felipe Neto e Kéfera são só alguns exemplos do quanto o brasileiro é capaz de mover milhões de pessoas por meio da produção de conteúdo em vídeo.

Dados do YouTube também demonstram a importância do mobile marketing. Apesar das características multi telas dos brasileiros, o smartphone já é o aparelho mais utilizado para o consumo de vídeos online, deixando o computador em segundo lugar.

O Twitter não fica de fora

O YouTube e o Facebook são as principais plataformas para a criação de conteúdos em vídeo atualmente, mas não se esqueça das outras redes sociais! O próprio Twitter, que continua tendo sua relevância como segunda tela, descobriu em uma pesquisa que tweets com vídeo geram um maior número de RTs e replies.

Os vídeos influenciam na decisão de compra

No fim do dia, todo investimento em marketing busca uma maior geração de leads, que visa mais conversão em compras. Não se preocupe: ao que tudo indica, além de mais likes e shares, você também terá esses resultados se apostar no consumo de vídeo dos seus seguidores online.

A Video Brewery aponta que 90% das pessoas consideram que assistir a um vídeo ajuda na decisão de compra. Uma estatística semelhante, da Media Buttom, afirma que 85% dos compradores online se sentem mais seguros se assistirem a um vídeo sobre o produto que estão pesquisando.

Mais do que uma tendência, os vídeos online já são uma realidade no mundo digital. Não é à toa que os produtores de conteúdo em vídeo atingem milhares (e às vezes milhões) de pessoas dia após dia. Resta às marcas e às empresas de marketing se adaptarem a essas mudanças.

Quer entender mais sobre como a sua empresa pode se beneficiar dos novos modelos de consumo de vídeo online? Vamos conversar! Entre em contato conosco pelo nosso site ou pelo (11) 5093-8511 e vamos embarcar juntos nesse desafio!

29 dez 2017

Whiteboard animation: como utilizar essa técnica na sua estratégia?

Em vez de contar, mostre. Este é o princípio básico da whiteboard animation (em português, animação em quadro branco), que tem sido bastante utilizada pelas empresas, tanto na comunicação interna como em mensagens dirigidas ao público externo.

É um dos formatos mais procurados por quem precisa de vídeos explicativos. E não é difícil entender a razão dessa preferência: os custos de produção são acessíveis e o resultado final é bem atrativo para o público.

Quer entender como essa técnica pode se aplicar aos materiais da sua empresa? Este é o lugar certo, porque vamos explicar como usar esse tipo de animação e as vantagens que podem ser obtidas pelas marcas.

O que é whiteboard animation?

A animação em quadro branco (ou whiteboard animation, como se usa geralmente no mercado de produção) não é exatamente uma novidade.  Em 2007, o vídeo da  Story of Stuff foi um dos primeiros a usar o recurso para discutir, de forma educativa, alguns dos problemas da nossa sociedade.

Na mesma linha, em 2010, a técnica popularizou-se com vídeos do tipo draw my life, usados para contar um pouco da vida de anônimos e famosos.

Feitos em motion graphics, atraem a atenção do público ao mostrar a história “nascendo” diante dos olhos do espectador. Não é de hoje que esse tipo de recurso agrada ao público. Quem nunca parou para assistir, no meio da rua, a um daqueles artistas que transformam uma tela em branco em um desenho maravilhoso, bem na sua frente?

No caso do videomarketing, a base conceitual é a mesma (vamos ter um storyboard animado, desenhado quadro a quadro), mas os propósitos são diferentes: todo o processo tem que ser bem estudado, uma vez que o objetivo é explorar o caráter didático da whiteboard animation.

Vamos abordar no próximo tópico quais são as aplicações mais comuns no ambiente corporativo, mas por ora lembre-se de que o sucesso no emprego desse tipo de formato depende de um bom planejamento.

Quais as melhores aplicações?

É fundamental definir com antecedência o público, os objetivos da ação, o cronograma e o orçamento. Quem pretende atuar com vídeos deve saber que, no caso dessa área, é muito difícil atuar com base no improviso.

Os avanços tecnológicos têm ajudado muito na popularização do videomarketing, mas para gerar resultados é importante atentar para cada uma das etapas, da produção à divulgação do material.

Em relação ao conteúdo que pode ser trabalhado com a whiteboard animation, a verdade é que não existe muita limitação. Com um bom roteiro, a técnica serve para explicar conceitos, apresentar produtos, contar a história da empresa, demonstrar serviços etc.

Não importa se a ideia é adotar uma linha mais técnica ou apelar para a emoção, há boas chances de se chegar a um bom material final a partir do uso desse tipo de recurso. O que vai ser decisivo é o suporte adequado na área de produção.

Quais as vantagens?

Facilidade de memorização

Como a história nasce na frente do espectador, ele tem mais facilidade para gravar as diferentes etapas e, assim, memorizar a mensagem passada pelo vídeo. No caso das marcas, trata-se de um grande atrativo, uma vez que uma das dificuldades é justamente retenção das mensagens, correto?

Sob o ponto de vista das empresas, o resultado do projeto não pode ficar atrelado apenas às visualizações. Se o número for alto, mas com poucos efeitos no nível de lembrança do consumidor, é provável que haja pouco efeito nos níveis de desempenho da marca.

Melhoria na captação das informações

Outra vantagem da técnica é esta: o público não apenas memoriza a mensagem, como consegue captar mais informações. Esse ganho é resultado da forma como é feita a produção. O uso do quadro branco tem esse efeito didático: consegue aprimorar a quantidade de informações absorvidas.

Mais destaque para as mensagens

Os vídeos têm ganhado atenção das empresas justamente por estabelecerem uma conexão diferenciada com o público, seja ele interno ou externo. Contudo, no dia a dia, não dá para negar que tem aumentado muito a disputa pela atenção das pessoas.

Nesse sentido, vale a pena analisar o uso da whiteboard animation. O emprego da técnica só agora começa a ganhar volume entre as estratégias de videomarketing, então a diferenciação pode ser uma vantagem importante.

Boas possibilidades de distribuição

Um dos desafios das empresas que usam vídeos em suas estratégias de marketing é garantir que o material tenha boa distribuição. Não adianta investir num material de excelente nível se o consumidor ou o colaborador não tiver acesso, correto?

Parece óbvio, mas é comum vermos as empresas com problemas nessa área. A estratégia de divulgação precisa ser bem planejada e pensada de acordo com o tipo de material que foi produzido.

Reside aí outro benefício importante da animação em quadro branco. Como pode passar muito bem a mensagem a partir dos recursos gráficos (não precisa necessariamente do áudio), os vídeos são adequados, por exemplo, para as redes sociais.

Além disso, pelo formato didático, nenhum problema em inserir a mensagem em diferentes canais da empresa — home, blog, página de vendas ou mesmo a landing page criada para determinada oferta.

Para o público interno, a whiteboard animation funciona muito bem também nas reuniões, exibição em feiras, eventos internos ou envio por e-mail.

Fique atento: o ideal é que se produzam diferentes versões do material para cada situação, sem esquecer, claro, de preparar uma CTA (call to action) apropriada no caso das plataformas on-line.

Como você viu, não há muito mistério no emprego da whiteboard animation. É mais uma opção para quem entendeu que os vídeos precisam fazer parte das estratégias de marketing e que há diversos formatos que podem ser explorados pelas marcas.

A escolha de bons parceiros faz toda a diferença para o sucesso do projeto, uma vez que é a garantia de contar com o suporte de quem domina as especificidades dessa área e, portanto, consegue entregar as soluções mais adequadas para os objetivos de negócio daquela marca.

Gostou do artigo? Ficou interessado na aplicação desse tipo de técnica nos seus vídeos corporativos? Não deixe de ler o artigo que preparamos sobre as tendências dos vídeos nas redes sociais.  Ele vai inspirá-lo nos projetos nessa área!

22 dez 2017

O que fazer para ter uma retenção de talentos saudável na empresa?

O sucesso de um negócio depende bastante do seu capital humano. Sendo assim, a retenção de talentos deve ser uma prática constante de empresas que desejam formar e manter equipes com qualificação e motivação para encarar novos desafios e executar um trabalho de excelência.

A rotatividade de funcionários gera altos custos para o empreendimento, que vão desde a divulgação de vagas até o treinamento dos novos colaboradores. Embora esse seja um ponto importante, os motivos para a retenção de talentos vão além. Investir na formação e na manutenção de um time de sucesso garantirá engajamento, produtividade e um alinhamento fundamental do colaborador com os objetivos da empresa.

Além disso, com a melhoria do clima interno e a consequente boa reputação da companhia, será cada vez mais fácil captar novos talentos.

Ficou interessado? Então continue a leitura deste post e descubra o que fazer para ter uma retenção de talentos saudável na sua empresa.

Estímulo à inovação

A necessidade de estímulo é uma característica marcante da chamada geração Y, formada por profissionais nascidos entre os anos 80 e 90. Por isso mesmo, para a retenção desses talentos a empresa deve criar um ambiente propício à inovação e ao conhecimento.

Além disso, essa geração precisa sentir que é importante para a organização. Sendo assim, defina projetos e metas para que os colaboradores se sintam desafiados e valorizados ao mesmo tempo.

Plano de carreira

O estímulo à criatividade deve vir acompanhado de um bom plano de carreira, que inclui remuneração e oportunidade de crescimento profissional.

Desde a contratação do funcionário, deixe claro o que a empresa espera dele e, ao mesmo tempo, tudo o que ela tem a oferecer — inclusive para que esse colaborador alcance seus objetivos de crescimento dentro da organização.

Empresas acabam afastando talentos quando se tornam monótonas, sem possibilidades de inovação ou de crescimento. Por isso, invista em treinamentos e estimule a participação de funcionários em cursos e convenções.

Por outro lado, a remuneração deve acompanhar as metas e as responsabilidades assumidas, mas sendo sempre compatível com o mercado e com as possibilidades da empresa.

Clima organizacional

O ambiente de trabalho tem um papel fundamental na retenção de talentos. A pressão excessiva e o autoritarismo podem afastar profissionais qualificados da sua empresa.

Hoje, a geração Y trabalha muito melhor em torno de um propósito, de um significado mais amplo para as atividades do dia a dia. Sendo assim, promova um clima organizacional agradável, que garanta a satisfação e a felicidade do colaborador, equilibre seu nível de estresse e impulsione sua produtividade.

Comunicação

A comunicação interna — ou endomarketing — deve ser clara e objetiva. Além disso, o colaborador precisa se sentir incluído em comunicados que envolvam seus departamentos e projetos — só assim o funcionário vai se sentir motivado pelo conhecimento das informações e, consequentemente, parte importante do negócio.

A empresa também pode utilizar a comunicação interna para manter um relacionamento mais estreito com o colaborador. Entre as possibilidades estão:

  • revistas e boletins internos, que mostrem iniciativas de sucesso e profissionais de destaque dentro da companhia;
  • mídias sociais e canais digitais próprios para relacionamento dos funcionários e das equipes;
  • vídeos institucionais que transmitam, de maneira leve e didática, os valores da empresa. Os vídeos são grandes aliados na comunicação para retenção de talentos, uma vez que geram mais engajamento e garantem um índice expressivo de sucesso em programas de empoderamento, treinamento e motivação.

A retenção de talentos faz parte do processo de estímulo e valorização de colaboradores dentro de uma empresa. As dicas para alcançá-la estão aí, e caso você precise de ajuda com a sua estratégia de comunicação para manter uma equipe de sucesso, entre em contato conosco. Temos a solução ideal para a sua empresa!

06 dez 2017

5 formatos de vídeos explicativos que você pode usar em sua empresa

Antes restritos às estratégias institucionais das empresas, os formatos de vídeos explicativos têm ganhado mais espaço na comunicação das marcas. Essa tendência faz sentido — afinal, não há razão para que elas deixem de aproveitar a eficiência do audiovisual para atrair e envolver os seus públicos de interesse.

Quem ainda tem dúvidas sobre o uso do vídeo deve ter em mente que, comprovadamente, eles elevam o nível de retenção das mensagens — é o que dizem os especialistas em neuromarketing. Segundo eles, 90% dos dados que processamos são visuais e, por isso, é verídica a afirmação de que uma imagem vale mais do que mil palavras.

No ambiente corporativo, também tem pesado a favor do crescimento dos vídeos a diversidade de opções disponíveis para quem resolve empregar esse tipo de conteúdo. Com a digitalização dos processos de produção e distribuição do audiovisual, não há mais limitação.

Todo mundo pode usar vídeo: não importa o tamanho da empresa nem a área de atuação. O que vai determinar o sucesso (ou o fracasso) da estratégia é ter um bom planejamento. Ou seja, é preciso definir com antecedência os objetivos, o público, o orçamento e o cronograma.

No post de hoje nós vamos ajudar você a entender melhor sobre os formatos de vídeos explicativos. Ficou interessado? Então, vamos lá!

1. Demonstração de produtos e serviços

O objetivo principal desse tipo de material é apresentar, em detalhes, as características mais importantes de determinado produto ou serviço. Esses vídeos funcionam bem para as estratégias dirigidas ao consumidor final, mas também para o público interno.

A vantagem do audiovisual, no caso, é que o espectador consegue solucionar todas as suas dúvidas acerca do produto ou do serviço Afinal, em vez de uma descrição estática sobre o assunto, é possível mostrar os diferenciais, exibindo o produto ou o serviço em ação.

Na hora do planejamento, é importante analisar se é mais eficaz produzir vídeos diferentes para cada uma das funções ou concentrar-se na apresentação de uma delas. Dependendo da verba disponível, é possível explorar nesse tipo de vídeo explicativo as produções em animação.

As feitas em 3D são mais caras, porém, podem valer a pena em função do retorno, que costuma ser elevado. Outra opção bem interessante para esses casos é a animação em quadro branco. A ideia aqui é recorrer aos serviços de um bom ilustrador, que descreverá todo o processo no quadro a partir dos desenhos que serão exibidos no vídeo.

2. Demonstração de processos internos

Os recursos empregados nesse tipo de material audiovisual são similares, o que muda é o conteúdo trabalhado. Esse formato é bastante adequado, por exemplo, para apresentar as funcionalidades de softwares ou até mesmo de aplicativos.

Não é indicado elaborar vídeos muito longos — ou você corre o risco de perder a atenção do espectador. Se há muitas funcionalidades para serem apresentadas, opte por materiais diferentes. A estratégia é adequada para melhorar o nível de retenção da mensagem.

Uma alternativa interessante, em termos de recursos, pode ser o motion graphic (videografismo, em português) — ele trabalha, basicamente, com gráficos em movimento. Financeiramente pode compensar e, com um bom roteiro, funciona bem para exposições mais didáticas.

3. Depoimentos de clientes

Mais simples, o sucesso desses vídeos dependem da elaboração de um bom roteiro e, claro, da preparação prévia dos “apresentadores”. O mais importante é ter em mente que o foco da mensagem precisa estar no uso do produto ou do serviço, no detalhamento de suas características.

A vantagem de se trabalhar com esse formato de vídeo explicativo é que ele também serve para reforçar a imagem institucional da marca, uma vez que temos um terceiro testemunhando a favor da sua qualidade.

4. Tutoriais

Bem conhecidos por causa do sucesso alcançado no YouTube, os tutoriais produzidos pelas marcas devem ser usados, principalmente, nas estratégias de retenção de clientes. A diferença em relação aos vídeos de demonstração é que não vamos apenas mostrar as funções de determinado produto, mas mostrar como eles devem ser usados.

Cuidado com a produção: como o audiovisual levará a assinatura da marca, não faz sentido optar por uma execução amadora, que coloque em xeque a imagem da empresa. Quanto mais profissional o trabalho, melhor para a reputação da empresa.

Pensando na orientação estratégica, leve em conta que o formato é ideal para esclarecer as dúvidas do seu consumidor e/ou colaborador, caso seja uma ação de comunicação interna.

Se a ação é voltada ao público externo, não se esqueça de trabalhar bem a descrição do vídeo, uma vez que é provável que o usuário chegue ao material a partir da digitação de determinada palavra-chave nos serviços de busca.

O envolvimento do público costuma ser elevado — nem dá para comparar o engajamento alcançado por um vídeo desse estilo e o atingido por um daqueles textos de manuais de instrução.

5. FAQ Vídeos

Produzir vídeos com perguntas e respostas é uma boa alternativa para quem atua com produtos ou serviços mais complexos. Quer uma boa dica para escolher o conteúdo? Mapeie durante um tempo as dúvidas recorrentes do seu público.

Com relação ao formato, tudo depende do quanto a empresa está disposta a investir. Animações, vídeo-aula, entrevistas com profissionais da empresa… Enfim, são as inúmeras as possibilidades que podem ser exploradas.

O tom mais didático é recomendado, mas não se esqueça de que suas estratégias de vídeo marketing não devem ser tratadas de forma isolada. Ou seja, assegure-se de que os seus conteúdos audiovisuais estejam em consonância com a identidade visual da empresa.

Ao analisar o investimento, tenha em mente que solucionar as dúvidas dos clientes influencia no nível de satisfação dos seus consumidores — o que pode ajudar a marca a aumentar o seu número de defensores.

Como você viu, o que não faltam são formatos de vídeos explicativos para diversificar suas estratégias de comunicação. Para não errar, comece pelo planejamento. Afinal, é preciso avaliar a relação custo-benefício de cada opção.

Só não caia na armadilha de achar que pode abrir mão da qualidade, ok? A concorrência no ambiente digital é acirrada e a atenção do público vai para quem usa todos os recursos disponíveis — e, nesse caso, as empresas especializadas são imbatíveis.

Ainda tem dúvidas sobre investir ou não em vídeo marketing? Veja este dado: até 2020 a expectativa é que 80% do tráfego da internet seja audiovisual. Gostou do artigo? Quer saber mais sobre o uso do vídeo em suas estratégias de comunicação?

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