Segundo a Google, o mundo todo assiste a um bilhão de horas de conteúdo em vídeo no YouTube por dia. A Netflix já fatura mais do que o SBT e superou a Sky em números de assinantes no Brasil. Você ainda tem alguma dúvida de que a produção e o consumo de vídeos online vieram para ficar?

Investir em conteúdo de qualidade já é uma regra para marcas que buscam se diferenciar dos concorrentes e reforçar sua presença online. Mais recentemente, os vídeos passaram a ser itens fundamentais em qualquer estratégia de conteúdo digital.

Os serviços de streaming e on demand impactaram fortemente a forma como consumimos vídeos. Produtores de conteúdo independentes, como os YouTubers — capazes de mover legiões de seguidores não só no Brasil, mas no mundo todo — também têm sua parcela de contribuição para essa mudança de comportamento e por transformar o vídeo online em uma crescente tendência.

Se você ainda não acredita que deve investir em vídeos, temos alguns dados que podem fazê-lo mudar de ideia. Acompanhe o texto e confira!

O consumo de vídeo só cresce

Um levantamento feito pela Cisco apontou que em 2020, mais de 80% do tráfego online será gerado por vídeos. Essa pesquisa também mostrou que, nesse mesmo ano, uma pessoa levaria pelo menos 5 milhões de anos para assistir a todo o conteúdo em vídeo disponível na internet.

Com a popularidade dos serviços de streaming e on demand, muitos apostam até mesmo na decadência da televisão. O YouTube prevê que o consumo de vídeo online supere o da TV nos próximos três anos. Mesmo gigantes como a Globo têm investido em conteúdo exclusivo para a internet, o que nos leva ao nosso próximo tópico.

As pessoas buscam conteúdo exclusivo online

Uma pesquisa desenvolvida pela Provokers para a Google e o Meio & Mensagem apontou que 83% dos 1.500 participantes de todas as regiões do Brasil assistem a vídeos na internet para buscar coisas que não existem na TV. De carona nessa tendência, a Conspiração Filmes, uma das maiores produtoras do país, lançou recentemente uma plataforma online própria para distribuição dos seus conteúdos feitos por mulheres.

Os brasileiros assistem a mais vídeos que argentinos e mexicanos

O Brasil é o país da América Latina que mais utiliza as redes sociais. Além disso, já assistimos a mais vídeos do que os argentinos e os mexicanos. Esses dados são do ComScore, de 2014, e apontam que 86,5% de todos os usuários de internet do país assistem a vídeos online.

Além disso, já podemos dizer que o tempo de consumo de vídeo entre TV e internet já é quase equiparado no país: média de 22 horas contra um pouco mais de 15, respectivamente.

Os seus concorrentes já estão usando vídeo

Da mesma forma como os vídeos se mostram atrativos para os consumidores, muitas marcas já estão percebendo isso e seguindo essa tendência. O Brain Shark afirma que 93% das empresas já se utilizam da produção de conteúdo em vídeos nas suas estratégias de marketing digital.

Uma das principais vantagens que a produção de vídeo gera para as empresas está relacionada à possibilidade de segmentação nas redes sociais. Um mesmo conteúdo pode ser multiplicado em conteúdos menores e diversificados, e direcionado para diferentes públicos.

Os vídeos são mais compartilháveis

Vídeos superam textos e fotos juntos quando o assunto é o compartilhamento de um conteúdo. Isso significa um maior potencial de viralização do que você pretende comunicar. Esses dados estão no Relatório de 2015 sobre marcas no Facebook da Simply Measured, que apontam que o engajamento como um todo, justamente por conta do maior compartilhamento, também acaba sendo mais promissor se você incluir vídeos entre seus posts.

Os vídeos já têm maior engajamento no Facebook

Como dissemos anteriormente, a facilidade de compartilhamentos de vídeos influencia na qualidade do seu engajamento como um todo. Quem trabalha com o Facebook e conhece os seus tão temidos algoritmos sabe que muitas vezes a própria ferramenta facilita ou dificulta a performance de diferentes tipos de conteúdos.

Um exemplo disso são os recentes boatos (não confirmados) que sugerem que a plataforma de Mark Zuckerberg está travando completamente o alcance de posts orgânicos que contenham links externos.

O Brasil tem o segundo maior YouTube do mundo

Você sabia que o Brasil é o segundo maior consumidor de vídeos no YouTube? Whindersson Nunes, Felipe Neto e Kéfera são só alguns exemplos do quanto o brasileiro é capaz de mover milhões de pessoas por meio da produção de conteúdo em vídeo.

Dados do YouTube também demonstram a importância do mobile marketing. Apesar das características multi telas dos brasileiros, o smartphone já é o aparelho mais utilizado para o consumo de vídeos online, deixando o computador em segundo lugar.

O Twitter não fica de fora

O YouTube e o Facebook são as principais plataformas para a criação de conteúdos em vídeo atualmente, mas não se esqueça das outras redes sociais! O próprio Twitter, que continua tendo sua relevância como segunda tela, descobriu em uma pesquisa que tweets com vídeo geram um maior número de RTs e replies.

Os vídeos influenciam na decisão de compra

No fim do dia, todo investimento em marketing busca uma maior geração de leads, que visa mais conversão em compras. Não se preocupe: ao que tudo indica, além de mais likes e shares, você também terá esses resultados se apostar no consumo de vídeo dos seus seguidores online.

A Video Brewery aponta que 90% das pessoas consideram que assistir a um vídeo ajuda na decisão de compra. Uma estatística semelhante, da Media Buttom, afirma que 85% dos compradores online se sentem mais seguros se assistirem a um vídeo sobre o produto que estão pesquisando.

Mais do que uma tendência, os vídeos online já são uma realidade no mundo digital. Não é à toa que os produtores de conteúdo em vídeo atingem milhares (e às vezes milhões) de pessoas dia após dia. Resta às marcas e às empresas de marketing se adaptarem a essas mudanças.

Quer entender mais sobre como a sua empresa pode se beneficiar dos novos modelos de consumo de vídeo online? Vamos conversar! Entre em contato conosco pelo nosso site ou pelo (11) 5093-8511 e vamos embarcar juntos nesse desafio!